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Utilidade Pública
Estudante de arquitetura é denunciado por cometer crimes sexuais contra 12 mulheres 17/02/2020 às 10:39:34

Um estudante de arquitetura, de 30 anos, foi denunciado pelo MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) por cometer diversos crimes sexuais contra 12 vítimas, entre elas ex-namoradas. O denunciado expunha as mulheres postando os vídeos íntimos em redes sociais e sites pornográficos.

O homem foi preso no fim do ano passado, após investigação da Delegacia Especializada em Investigação de Crime Cibernético. Ele continua detido no Presídio Inspetor José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Os crimes foram praticados entre 2011 e 2019. Segundo o denunciado, ele sofre por compulsão sexual e faz tratamento. O estudante de arquitetura da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) responderá pelos crimes de:

  • Estupro
  • Abuso sexual
  • Agressão
  • Compartilhamento de fotografias e vídeos íntimos de terceiros em redes sociais e em sites pornográficos
  • Armazenamento de fotografias e vídeos que continham cenas de sexo explícito e pornografia envolvendo bebês e crianças
  • Posse de entorpecente

A somatória das penas pode chegar a 40 anos de prisão.

Uso de violência

As investigações apontaram que o homem usava, na maioria das vezes, violência física para manter relação sexual sem o consentimento das vítimas. Algumas mulheres disseram que o denunciado colocava drogas nas bebidas oferecidas.

Entre as vítimas estavam ex-namoradas. Os crimes foram cometidos em uma república estudantil no Barro Preto, em um sítio na Pampulha, na casa dele e dentro da UFMG.

Exposição das vítimas

Os crimes eram gravados pelo homem que os compartilhava com colegas da universidade. Além disso ele postava os registros em redes sociais e até em sites pornográficos.

Nas legendas ele colocava os nomes das vítimas, número de telefone e os links de perfis de algumas delas nas redes sociais. Tal atitude foi considerada pelo MPMG como “exposição vexatória perante a sociedade”.

A denúncia foi proposta pela 12ª Promotoria de Justiça Criminal de Belo Horizonte, por meio da promotora de Justiça Tatiana Marcellini Gherardi.



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